Duas boas idéias de vendas por canais alternativos

A busca por canais alternativos de distribuição é um tema recorrente e um desafio das empresas.
Hoje o consumidor tem cada vez menos tempo, então os produtos precisam estar ao seu alcance, no seu caminho para o trabalho, para a escola, para a academia e por aí vai. É a chamada conveniência. Vende mais quem está mais ao alcance do consumidor.
Vimos duas ações de distribuição alternativas bem interessantes.
A primeira foi do Mate Leão (um produto que tem a sua concentração de vendas no RJ e no ES) na Ponte Rio-Niterói. Ali naquele local, sempre se forma um engarrafamento para pagar o pedágio. Neste ponto, meninas uniformizadas (não é camelotagem. é um acordo com a concessionária que explora a ponte) sempre venderam cartões telefônicos. Pois agora também estão vendendo Matte Leão. Não sei se foi uma idéia do distribuidor dos cartões ou do pessoal da Matte Leão, mas foi um tiro certo.
Nos momentos de pico, para atravessar a ponte, o motorista leva uma média de meia a uma hora, fora o tempo da fila do pedágio. A sede aperta, o calor no verão é grande e ninguém vendia nada para beber. Um mate geladinho é super conveniente.
Outra idéia brilhante foi da empresa paulista 24 x 7 Cultural.
No Brasil, existem cerca de 1200 livrarias. Pouquíssimas para o tamanho e a população do país. Fora isso, o livro além de ser pouco consumido pelas classes C e D, não esta no caminho desta população. Nas Zonas Norte e Oeste do Rio de Janeiro, por exemplo, só há livrarias em shopping. Além disso, o preço médio do livro no país está acima dos vinte e cinco reais, proibitivo para uma grande parcela da população.
Pois o fundador da 24 x 7 montou um modelo de negócio em cima da idéia de vender livros a preçcos baixos em estações de metrô do Rio e de São Paulo, naquelas máquinas que vendem biscoitos e chocolates, as "vending machines".
O formato dos livros é de bolso para que eles possam caber nas máquinas. Junto com o livro vai uma moedinha de R$ 0,01, porque os preços variam de R$ 4,99 a R$ 9,99 e estas máquinas não dão este tipo de troco. Os títulos são variados, vão de clássicos da literatura brasileira como O Cortiço a livros de iniciação na informática como Segredos do Orkut, de várias editoras diferentes.
Parece que a coisa vai bem. A empresa, que também vende os mesmos livros pela internet, agora está abrindo inscrições para quem quiser ser franqueado.
Quem tiver curiosidade em conhecer os sistema deve acessar o site: http://www.24x7.com.br/website/index.asp?novoserver1&start=1&endereco_site=www.24x7.com.br&par=&email=
Hoje o consumidor tem cada vez menos tempo, então os produtos precisam estar ao seu alcance, no seu caminho para o trabalho, para a escola, para a academia e por aí vai. É a chamada conveniência. Vende mais quem está mais ao alcance do consumidor.
Vimos duas ações de distribuição alternativas bem interessantes.
A primeira foi do Mate Leão (um produto que tem a sua concentração de vendas no RJ e no ES) na Ponte Rio-Niterói. Ali naquele local, sempre se forma um engarrafamento para pagar o pedágio. Neste ponto, meninas uniformizadas (não é camelotagem. é um acordo com a concessionária que explora a ponte) sempre venderam cartões telefônicos. Pois agora também estão vendendo Matte Leão. Não sei se foi uma idéia do distribuidor dos cartões ou do pessoal da Matte Leão, mas foi um tiro certo.
Nos momentos de pico, para atravessar a ponte, o motorista leva uma média de meia a uma hora, fora o tempo da fila do pedágio. A sede aperta, o calor no verão é grande e ninguém vendia nada para beber. Um mate geladinho é super conveniente.
Outra idéia brilhante foi da empresa paulista 24 x 7 Cultural.
No Brasil, existem cerca de 1200 livrarias. Pouquíssimas para o tamanho e a população do país. Fora isso, o livro além de ser pouco consumido pelas classes C e D, não esta no caminho desta população. Nas Zonas Norte e Oeste do Rio de Janeiro, por exemplo, só há livrarias em shopping. Além disso, o preço médio do livro no país está acima dos vinte e cinco reais, proibitivo para uma grande parcela da população.
Pois o fundador da 24 x 7 montou um modelo de negócio em cima da idéia de vender livros a preçcos baixos em estações de metrô do Rio e de São Paulo, naquelas máquinas que vendem biscoitos e chocolates, as "vending machines".
O formato dos livros é de bolso para que eles possam caber nas máquinas. Junto com o livro vai uma moedinha de R$ 0,01, porque os preços variam de R$ 4,99 a R$ 9,99 e estas máquinas não dão este tipo de troco. Os títulos são variados, vão de clássicos da literatura brasileira como O Cortiço a livros de iniciação na informática como Segredos do Orkut, de várias editoras diferentes.
Parece que a coisa vai bem. A empresa, que também vende os mesmos livros pela internet, agora está abrindo inscrições para quem quiser ser franqueado.
Quem tiver curiosidade em conhecer os sistema deve acessar o site: http://www.24x7.com.br/website/index.asp?novoserver1&start=1&endereco_site=www.24x7.com.br&par=&email=


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