Al Gore e a unique selling proposition

Já tínhamos escrito aqui sobre Al Gore e o documentário Uma Verdade Incoveniente, sobre aquecimento global.
Os 2 Oscars que o filme ganhou na última segunda-feira e a sua presença na cerimônia junto com estrelas como Di Caprio deve esquentar a temporada de apostas na sua pré-candidatura para ser o próximo candidato a presidência dos EUA, pelo partido Democrata. Apesar de Gore negar veementemente que queira ser candidato.
Quem diria. Quando Clinton era presidente, Gore era considerado um político fraco. Um vice sem brilho. Agora, provavelmente ele é o político americano com melhor imagem fora dos EUA.
Tudo culpa da usp, a unique selling proposition ou, em bom português, proposta única de venda.
David Ogilvy, um dos decanos da propaganda mundial, já dizia nos anos 60, que , com o passar dos anos, o consumidor daria às empresas, cada vez menos tempo para que elas pudessem vender os conceitos dos seus produtos. Por isso, a estratégia de comunicação dos produtos deveria ser cada vez mais objetiva, escolhendo um único atributo, tangível ou intangível, para ser comunicado, a tal da usp. Resumindo, bater sempre na mesma tecla, no mesmo assunto.
Foi o que Al Gore fez. Enquanto ele era tudo para todos, não era nada e perdeu a eleição à presidência para George Bush. A partir do momento em que ele se posicionou, não como político, mas como um cidadão com uma bandeira e começou a falar sobre só tema bem oportuno, virou celebridade e hoje tem muita gente sonhando com ele como o presidente ideal para os Estados Unidos.
Isso é que é correr por fora para entrar no páreo. Obama e Hillary Clinton que se cuidem.
Os 2 Oscars que o filme ganhou na última segunda-feira e a sua presença na cerimônia junto com estrelas como Di Caprio deve esquentar a temporada de apostas na sua pré-candidatura para ser o próximo candidato a presidência dos EUA, pelo partido Democrata. Apesar de Gore negar veementemente que queira ser candidato.
Quem diria. Quando Clinton era presidente, Gore era considerado um político fraco. Um vice sem brilho. Agora, provavelmente ele é o político americano com melhor imagem fora dos EUA.
Tudo culpa da usp, a unique selling proposition ou, em bom português, proposta única de venda.
David Ogilvy, um dos decanos da propaganda mundial, já dizia nos anos 60, que , com o passar dos anos, o consumidor daria às empresas, cada vez menos tempo para que elas pudessem vender os conceitos dos seus produtos. Por isso, a estratégia de comunicação dos produtos deveria ser cada vez mais objetiva, escolhendo um único atributo, tangível ou intangível, para ser comunicado, a tal da usp. Resumindo, bater sempre na mesma tecla, no mesmo assunto.
Foi o que Al Gore fez. Enquanto ele era tudo para todos, não era nada e perdeu a eleição à presidência para George Bush. A partir do momento em que ele se posicionou, não como político, mas como um cidadão com uma bandeira e começou a falar sobre só tema bem oportuno, virou celebridade e hoje tem muita gente sonhando com ele como o presidente ideal para os Estados Unidos.
Isso é que é correr por fora para entrar no páreo. Obama e Hillary Clinton que se cuidem.


Assisti ao filme hoje.
Reconheço que o cara mandou bem, seja pela atitude (ou não) oportuna, ele passou uma mensagem importante. Realmente pode ter se tornado um brand man depois desse documentário.
Posted by
Paulo Peres |
10:48 PM
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