sexta-feira, outubro 06, 2006

Permitido entrar sem camisa.


Vinicius aprovaria.

A cena não é rara. O consumidor sai da praia e quer dar um pulo no supermercado para comprar alguma coisa para levar para casa.

Como está sem camisa ou em trajes de banho, é barrado pelo segurança.

O Supermercado Zona Sul, do Rio de Janeiro, mais uma vez, dá um show de entendimento do comportamento dos seus consumidores. Umas das filiais, a da General Osório, em Ipanema, cede aos banhistas, na entrada das suas lojas, camisetas para que eles possam fazer compras depois da praia, sem maiores constrangimentos. Na saída, obviamente, tem que devolver.

Um ótimo exemplo de que, para surpreender os clientes, você não precisa torrar dinheiro. Basta entender o que ele quer.

Gerenciamento de Categorias ainda engatinha no Brasil


Apesar de muito comentado e apontado por especialistas como uma forma de aumentar a rentabilidade de varejistas e fornecedores, o Gerenciamento de Categorias ainda está longe de ser uma realidade aqui no Brasil.

Uma pesquisa da Revista Supermercado Moderno com supermercadistas de São Paulo e do Sul do país, mostrou que, nada menos do que 70% dos entrevistados, afirmaram desconhecer o assunto.

E olha que a amostra incluiu somente redes com faturamento anual acima de dez milhões e excluiu grandes como Pão de Açúcar, Carrefour e Wal-Mart.

É uma pena e menos dinheiro no caixa. Estima-se que lojas ou redes que não trabalham com Gerenciamento de Categoria, têm 20% do estoque inadequado a demanda, ou seja, um mix com produtos que não vendem ou que vendem, mas apresentam estoque abaixo do que deveriam, gerando perda de faturamento.