quinta-feira, novembro 30, 2006

Um lançamento Do Bem



A visão da Marketing Co. é ajudar a tornar realidade o sonho de mentes empreendedoras.

Quando Marcos Leta nos procurou, há cerca de um ano, ele tinha um sonho. O de criar aqui no Brasil uma empresa de produtos alimentícios naturais, que captasse a tendência mundial do consumidor de buscar uma alimentação mais saudável e nutritiva e que, ao mesmo tempo, pudesse ser consumida no trabalho, entre as refeições, antes da malhação ou em casa quando a fome apertasse e não houvesse tempo para preparar uma comida legal.

Afinal, nos dias de hoje, todo mundo trabalha muito. Por isso, pelo menos, temos direito a comer coisas que nos fazem bem. Nada de junkie food. Precisamos de produtos que não sejam nocivos a nossa saúde, que não tenham conservantes ou corantes artificias, açucar branco, glúten, estas coisas tão questionadas nos nossos dias.

Marcos tinha idéias, visão e muita perseverança. E nós da Marketing Co. tínhamos a nossa experiência como ex-gerentes de marketing de multinacional no planejamento estratégico, desenvolvimento e escolha de fornecedores, lançamento de produtos e branding. Além disso, tínhamos, ou melhor, temos, um ótimo parceiro para a área de design que é a Packaging.

O resultado deste feliz encontro de talentos pode ser conferido agora. Nos próximos dias chegam às prateleiras do Supermercado Zona Sul, no Rio, os primeiros iogurtes para beber da Do Bem.

Do Bem é um produto realmente diferente de tudo o que existe no mercado. Onde o consumidor encontra polpa de verdade - livre de agrotóxicos - açucar demerara (mais vitaminas e ferro) e muito bom humor. E não encontra corantes artificiais, conservantes nocivos, açucar branco e energias negativas.

Este espírito Do Bem vai estar presente nas embalagens, no site, nas ações ao consumidor e, principalmente, na filosofia da empresa.

Estamos muito felizes e orgulhosos de ter participado deste projeto, junto com Marcos Leta e temos a certeza de que será um grande sucesso.

segunda-feira, novembro 27, 2006

Muito além da cesta básica


Já havia uma tendência de algumas empresas apostarem nos consumidores das classes DE brasileiras. Com os resultados do mais recente estudo da Latin Panel (maior empresa de pesquisa de consumo da América Latina) sobre o Consumidor na Era Lula(2002-2006), mais gente deve ficar de olhos no "mercado popular".

O estudo aponta várias mudanças em decorrência de 3 fatores: estabilidade econômica, programas oficiais de distribuição de renda e aumento do crédito.

Além do aumento de itens na cesta de consumo das classes DE, que passou a comprar produtos até então considerados superflúos como sucos em pó, extrato de tomate e maionese, nada menos que 2 milhões de pessoas migraram desta para a classe C. Nesta classe (renda familiar entre R$ 1.400,00 e 3.500,00) cresceram as compras de condicionadores de cabelo, massas instantâneas, caldos, esponjas e salgadinhos.

Já as classes AB não tiveram aumento de consumo tão significativo, mas os consumidores estão dando preferência a produtos de qualidade, práticos ou que tenham menos gordura ou açucar.

Os dados foram obtidos a partir de acompanhamento, semana a semana, da cesta de compras de oito mil e duzentas famílias brasileiras em todas as regiões do país.

quarta-feira, novembro 22, 2006

Tucanaram o QI

Não sei se vocês já ouviram falar em Barbara Ehrenich. Ela é uma jornalista americana que tenta mostrar através de seus livros e reportagens os problemas dos Estados Unidos. Seu livro Miséria Americana, por exemplo, falava da dura vida de empregados de restaurantes, casas de repouso, hipermercados lá nos EUA.

O que faz seus livros interssantes e polêmicos é que, ao invês de sociologias, ela usa um método muito peculiar de investigação sobre os assuntos: a imersão. Ela, para escrever o livro citado, fingiu estar procurando emprego e foi trabalhar no Wal Mart. Aí viu e sentiu na pele toda a sorte de absurdos e horrores.

Pois bem, acaba de sair no Brasil seu novo livro, o Desemprego de Colarinho Branco, que trata do problema da falta de empregos no andar de cima. O assunto são os executivos que ficam desempregados e da verdadeira via-crucis que é para conseguir outro emprego.

Ela usou seu nome de solteira, seu network e sua experiência para ver como é tentar voltar ao mundo dos negócios. O cargo pretendido foi como relações públicas ou assessora de imprensa.

Foi um pesadelo. Ela passou 10 meses "em transição", que é a nova expressão politicamente correta para desempregados de classe média. Neste meio tempo encontrou toda a sorte de "especialistas" em outplacement com milhões de dicas infalíveis sobre orientação profissional, redação de currículos, como se portar em entrevistas, testes para identificar verdadeiros pontos fortes e fracos... Tudo obviamente (bem) cobrado.

Depois de gastar alguns milhares de dólares em cursos e serviços e enviar centenas de cartas e currículos, sem resposta ou retorno algum , ao invês de emprego, ela conta que o profissional vai acumulando frustrações e entrando num processo de depressão e dependência cada vez maior de gurus, empresas de recolocação, seminários e toda sorte de empresas que, na verdade, só dilapidam deu patrimônio.

Sua triste conclusão é que, mais que MBAs, mestrados, experiência profissional ou atitude, o que vale mesmo na busca de um bom emprego é o QI, o famoso quem indica. Ou em bom tucanês, um bom network.

Para quem tiver interesse, o livro é da Record e está à venda nas livrarias.

http://www.siciliano.com.br/livro.asp?orn=LCAT&Tipo=2&ID=891971

terça-feira, novembro 21, 2006

Mais uma bola dentro da UNIMED


Aqui na Marketing Co. a gente bate na tecla de que campanhas publicitárias têm que ser baseadas sobre um posicionamento consistente. Que o posicionamento pode ser feito em conjunto com agências de comunicação, mas que ele pertence ao cliente e não a agência.

Se você tem uma plataforma consistente de posicionamento, pode trocar de agência que vai continuar passando a mesma mensagem para o consumidor e construindo de forma mais eficaz a sua marca.

Um exemplo é esta maravilhosa e nova campanha da Unimed. Há algum tempo, a empresa lançou o conceito "O melhor plano de saúde é viver. O segundo é a Unimed". Ela mudou de agência, mas o conceito central continuou o mesmo. E a F/Nazca foi brilhante em traduzi-lo nesta nova campanha que está em painéis da cidade do Rio e anúncios da TV.

Tudo é perfeito. O planejamento de comunicação, a plataforma criativa e a fantástica direção de arte. E ainda por cima é poético. Pena que não disponibilizaram os anúncios no You Tube.